Os hormônios podem ser os responsáveis por não perder peso

Mulheres que se submetem as dietas que cortam alimentos de forma radical, além de passarem mais trabalho, também voltam ao peso normal com maior facilidade. O processo acontece por causa do desequilíbrio entre os hormônios que controlam o apetite.Quem tenta emagrecer mesmo diminuindo a alimentação e não consegue perder a barriga e emagrecer deve ficar atenta, pois pode ser um problema hormonal. Essa briga com a balança deve ter mais atenção, uma vez que são inúmeras as causas que podem interferir com a briga da balança.

O que acontece nas dietas

De acordo com estudos realizados na Austrália quando uma pessoa perde peso, principalmente em uma dieta mais restritiva, o organismo modifica a produção de hormônios: ajusta para a perda de reservas de gordura e, ao mesmo tempo, promove uma forte vontade de comer mais para suprir as reservas. Ou seja, o desejo de emagrecer não vence a ordem química que diz: coma mais.  Os especialistas acompanharam por um ano os pacientes que fazem dieta restritiva e monitoraram nove hormônios diferentes existentes no sangue dos que são responsáveis pelo emagrecimento. Descobriram que mesmo em 12 meses seis dos hormônios ainda apresentavam desequilíbrio.

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Os níveis do hormônio Grelina (é produzida no estômago e no intestino e sinaliza, no cérebro, a vontade de comer) aumentaram consideravelmente após a perda de peso e deram continuidade durante todo tratamento. Por outro lado os níveis do hormônio Leptina (avisa ao cérebro que já existe um excesso de gordura acumulada e que está na hora de moderar a ingestão de comida)  caíram.

Conclusões após pesquisas

Segundo pesquisas quando as pessoas perdem peso os hormônios reagem naturalmente fazendo com que elas recuperem peso, portanto as pessoas não devem se culpar por voltar a engordar, uma vez que esse é um processo natural do ser humano e comer é um instinto básico. Para emagrecer e permanecer no peso é preciso ter força de vontade e persistência, mesmo com auxílio de medicamentos. A reeducação alimentar e as atividades físicas são fundamentais.

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